terça-feira, 28 de outubro de 2014

"QUEM SOU EU", NA LATERAL DO BLOGUETANDO



         Sou professor de História e blogueiro multimídia, mas antes de tudo um humanista sonhador, com pouco talento e muitas limitações (além de ser também um grande enganador), mas que quer acertar e fazer diferença. 
               Aos 22 anos passei no concurso na Petrobrás, e, por imaturidade, alguns meses depois pedi conta nessa que era uma das maiores companhias petrolíferas do mundo, por isso, por longos e intermináveis anos amarguei uma frustração profissional que só terminou quando encontrei minha verdadeira vocação.
           Graduei-me em Filosofia, mas gosto mesmo é de colocar em prática o que aprendi em minha Pós em "Tecnologias em Educação". (PUC-Rio), isto porque acredito que a inclusão digital é um dos melhores caminhos para a inclusão social, contudo, não perdi o gosto pela Filosofia ou deixei de “filosofar”. 
           Tenho uma atração enorme pelas divergências, gosto dos contrários e estou aberto a qualquer discussão, não para impor pontos de vista, mas para aprender e até mudar de opinião se os argumentos forem mais consistentes que os meus.
             Sou flexível e aberto a todas as possibilidades (e opiniões), pois a consciência transcendente de viver em um tempo eterno e num espaço infinito me afasta das posturas absolutas e definitivas.
            Tento me aproximar ao máximo da verdade, porém, me recuso a enxergá-la por uma ótica exclusiva, por isso, sempre faço simulações, e, virtualmente, como se estivesse num simulador de voo, transporto-me nas idéias contrárias às minhas, experimento-as por dentro, provo-lhes o sentido, dou-lhes todas as razões, sinto-as minhas, e só então me sinto apto a criticá-las.
           Da mesma forma, ataco minhas certezas, colocando-as ao avesso, expondo-lhe todas as fraquezas, procurando-lhes os defeitos, interpretando-as por uma ótima radicalmente contrária à minha, e só então me sinto hábil a defendê-las.
            Como um autêntico revolucionário, idealizei uma nova "cuba libre" e apesar de ser só no coração, em trincheiras interiores, as lutas também são sangrentas e, quase sempre, com muitas baixas e derrotas
           Entre tantas, destaco minha predileção por algumas postagens que fiz nesses anos de blog: "É Possível Ensinar Felicidade em Sala de Aula?", " O Imperativo da Consciência", "Procurava Adjetivos e Encontrei Substantivos", Dia dos Namorados (1) "O Romantismo de Todos Nós", "Dia dos namorados (2) Só um Homem Casado Penetrou Verdadeiramente na Existência", Dia dos Namorados (3) "Cada Bago do Trigo Nesta Propicia Estação", "Machismo e Homofobia",Viver é Impreciso”, “Angustiante Vestibular” e, sobre política, "Quem foi Temperar o Choro", "Lael Varella, Renzo Braz, Braulio Braz e Wilson Batista", "Um Exemplo de político", "Você Já Ouviu Falar do Professor Huberto Rohden?", mas o divisor de águas em minha carreira foi a "idealização" de uma aluna que, definitivamente, transformou-me como professor, e que sempre releio para colocar minha autoestima às alturas: “Semeador de Esperança?

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