sábado, 25 de setembro de 2021

CONFITEOR (CONFESSO)

 

RASCUNHO E DIVERSÃO ONLINE

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     Fiquei pensando em uma parte da oração do confiteor (confesso), que aprendi adolescente, quando fui “coroinha” na Matriz São Paulo ajudando missa em latim, e que nunca esqueci:  “mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa”.
     Coloquei novamente esta figura, que peguei na internet, para ilustrar meu post porque estou sempre falando dos perigos em “colocar Deus junto com interesses políticos, mas eu mesmo estou sempre fazendo analogias com citações bíblicas, e nesse caso, Mateus 23:27, “sepulcros caiados”.
         Vi uma publicação de um desses fanáticos que segue Bolsonaro negando a corrupção no caso das vacinas da Covaxin, e mais uma vez constatei que eles só se informam pelas mídias governamentais, e nelas, claro, “não há corrupção nesse governo”.
       Também não farei aqui como os fanáticos petistas que negam veementemente o Mensalão e o Petrolão, mas a diferença entre Lula e Bolsonaro, é que Lula sempre teve preocupações inclusivas, e muitas de suas atitudes, entre tantas críticas contundes que já fiz, há também muitas positivas, e sempre me apego a uma em especial, que estou sempre citando, que foi criar pontes de entendimento pelo exemplo, a respeito da complicada engenharia de se construir pontes de entendimento ligando posições aparentemente antagônicas.   
        Tenho inúmeras críticas aos governos petistas, que não repetirei mais uma vez para não me estender mais do que normalmente me estendo, assim como tenho várias opiniões negativas sobre petistas, esta semana mesmo fiz um post quando vi um amigo dizendo que "odeia os ricos e a classe média quese acha rica”, mas também nunca tive “raiva entranhada dentro de mim”, muito menos pensei que Lula fosse “a personificação do mal” como disse em o seu “confiteor”, o youtuber Fellipe Neto, em abril desse anos.
           Outra atitude que nessa linha, realço como positiva, foi o mea culpa de Gilberto Carvalho, que foi assessor e conselheiro do Presidente Lula, sendo por vezes chamado de "o novo Golbery", ou o "novo Chalaça", do primeiro império.
           A MEA CULPA, MEA CULPA, MEA MAXIMA CULPA foi, mesmo conhecendo as posições fascistas, preconceituosas, racistas, antifeministas e homofóbicas de Bolsonaro e todas as outras atitudes e declarações que fez ao longo de sua infrutífera carreira política, me penitencio por TER VOTADO EM BRANCO (Clique no primeiro link do post) nas últimas eleições presidenciais. 
          
           

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