quarta-feira, 10 de julho de 2019

PETROBRÁS, PRIVATIZAR NÃO É MAIS UMA QUESTÃO IDEOLÓGICA


RASCUNHO, DIVERSÃO E ARQUIVO ONLINE 


         No Brasil, segundo o IBGE, a expectativa de vida em 2019, é de 80 anos para mulheres e de 73 anos para homens. Se 18 anos já não significa muito tempo na vida de um brasileiro, que dirá esse tempo para um país como o nosso? Pois essa é a estimativa duração do nosso petróleo (clique no link) se a exploração continuar no ritmo atual.
         Já fui contra a privatização da Petrobras por saber que o petróleo é estratégico e a empresa um poderoso instrumento de política econômica, mas a médio prazo já não tenho tanta certeza, e digo isso como leigo, e mesmo tendo ligações afetivas com a empresa, já fui funcionário concursado da Petrobrás Distribuidora  (clique no link), meu genro trabalha na empresa e tenho alguns amigos próximos que também trabalham lá, e que certamente não concordam comigo, mas deixei de pensar assim depois do Petrolão, e das perspectivas, também a médio prazo, no uso de energias renováveis, e a consciência de que quanto mais empresas estiverem explorando petróleo, mais rápido poderemos usufruir seus recursos, principalmente se a maior parte de seus royalties forem destinados à saúde e educação.
          É preciso que se pense no fim do monopólio e até na privatização da Petrobrás sem ideologização, isto porque as energias renováveis e menos poluidoras irão substituir o petróleo em um tempo muito menor do que se possa imaginar.
           Nada contra empresa estatal desde que ela não se mantenha no vermelho, desviando verbas de setores indispensáveis para tirar empresas do vermelho, como disse em 2015 no post "Privatizou, Dançou!":  A Usina Siderúrgica de Cubatão, antiga Cosipa, agora privatizada, que teve um prejuízo de R$ 1,4 bilhões e demitiu mais de 2.000 Metalúrgicos, o que não é o caso da Petrobrás.
               Qualquer privatização de empresa estatal que dê lucro e que também seja um poderoso instrumento de política pública deveria ser precedida de um amplo debate nacional e os congressistas que fossem votar esta privatização deveriam realmente ter aval daqueles que os elegeram para representá-los, o que não é o caso brasileiro, aqui o eleito nunca presta conta de suas ações aqueles que os elegeram. Quem confia na isenção e no desinteresse dos deputados do Centrão? 
 Clique aqui

"LAEL VARELLA, RENZO BRAZ, BRAULIO BRAZ E WILSON BATISTA" ou leia o comentário que um anônimo deixou aqui embaixo)



        


         




           
          

Um comentário:

Anônimo disse...

Nenhum monopólio é saudável. Quanto à privatização da PTrobrás, só para não acirrar paixões, não precisa. É só abrir os"portos" para que ela demonstre a sua competência.