quinta-feira, 1 de abril de 2021

O QUE ESPERO PARA 2022

RASCUNHO E DIVERSÃO ONLINE 


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          Em se tratando da Constituição brasileira não pode haver dois pesos e duas medidas por conveniências políticas, não entendo de lei, mas sei pesquisar no Google sobre o que diz a lei sobre produzir provas por meios ilegais: "Podemos observar estes reflexos em leis como a Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015, o nosso Código de Processo Civil. Essa lei define, entre outras coisas, que o direito de produzir provas não é absoluto e que os meios legais devem ser respeitados". 
          Já fiz o mea culpa por ter colocado a foto de Bolsonaro no meu perfil aqui no Facebook, mas na época não sabia como as provas que condenaram Lula foram obtidas, por isso, quando fiquei sabendo, defendi a anulação de seu julgamento, não a absolvição do condenado... A culpa não foi o STF, mas das brechas nas leis brasileira, e, principalmente, a parcialidade do juiz.
          Mudei minha opinião sobre o ex-juiz Sergio Moro, e já manifestei minha decepção com ele, defendi a anulação do julgamento pelos motivos citados acima, mas CONTINUO ACREDITANDO QUE LULA É CULPADO, tanto no caso do tríplex, quanto no veredito sobre o Sítio de Atibaia.
         Um erro não justifica o outro, por achar que as explicações sobre supostos crimes cometidos pela família Bolsonaro não foram devidamente explicados  (aquiaqui e aqui), não significa, por isso, que vou querer Lula em seu lugar em 2022.  
          Aí meu filho, que é de esquerda, que me acusou de ter ajudado eleger Bolsonaro em 2019 com meu voto nulo, me lembrará disso em 2022, mas tenho fé que não farei isso novamente, e digo isso porque acredito que até lá cairá o véu que esconde a verdade dos fanáticos, a incompetência de Bolsonaro e o grande fake news que foi o governo Lula, até lá os dois ficarão expostos à verdade de suas ações. 
             Acredito que em 2022 aparecerá um candidato de centro que silenciará as enganadoras flautas encantadas desses portadores de meias verdades, que soltam notas musicais de exaltação, mas escondem resultados, Bolsonaro omite a gigantesca divida do país, responsável pela "década perdida" nos anos pós-ditatura, e até a próxima eleição ficará evidente até para seus "robôs de carne e osso" a responsabilidade pelas milhares de vidas perdidas na pandemia. Com Lula acontece a mesma coisa, exalta a espiral positiva do primeiro mandato com o crescimento motivado com incentivo ao consumo, mas omite o contingenciamento e toda a crise do governo Dilma, e a convocação de um ministro liberal, Joaquim Levy, para tentar debelar a crise causada pelo endividamento da população e a incompetência administrativa.


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